PRINCIPAIS DEFEITOS EM QUEIJO MINAS ARTESANAL: UMA REVISÃO

Autores

  • Denise Sobral EPAMIG/ILCT- Juiz de Fora-MG- Brasil
  • Renata Golin Bueno Costa
  • Junio César Jacinto de Paula
  • Vanessa Aglaê Martins Teodoro
  • Gisela de Magalhães Machado Moreira
  • Maximiliano Soares Pinto

DOI:

https://doi.org/10.14295/2238-6416.v72i2.600

Palavras-chave:

fermentação, contaminação, estufamento, qualidade

Resumo

A preferência do consumidor por queijos artesanais de leite cru vem crescendo continuamente devido à sua intensidade e variação de sabor se comparado ao queijo de leite pasteurizado. O desenvolvimento do sabor e aroma no queijo de leite cru é regido principalmente pela variada microbiota endógena existente e enzimas naturais do leite. O clima, a altitude, a pastagem nativa e outras características regionais permitem que o queijo Minas artesanal tenha um sabor típico e único. No entanto, a maioria dos queijos artesanais são fabricados de maneira rudimentar, seguindo tecnologias utilizadas pelos seus antepassados e este fato pode propiciar o aparecimento de defeitos, que acarretam perdas econômicas aos produtores. Grande parte dos defeitos pode ter origem na qualidade do leite destinado à fabricação, assim como na qualidade e quantidade dos ingredientes utilizados, técnicas de fabricação e maturação que podem aumentar o número de falhas. Nesta revisão, serão abordados os principais defeitos que surgem especificamente nos queijos artesanais, assim como suas origens, prevenção e reparação.

Biografia do Autor

  • Denise Sobral, EPAMIG/ILCT- Juiz de Fora-MG- Brasil
    Engenheira de alimentos (UFV), mestre em Tecnologia de Alimentos (UNICAMP), doutora em Ciência e Tecnologia de Alimentos (UFV). TNS III - ILCT/EPAMIG.

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Publicado

2017-06-01

Edição

Seção

Revisão/Review

Como Citar

Sobral, D., Costa, R. G. B., de Paula, J. C. J., Teodoro, V. A. M., Moreira, G. de M. M., & Pinto, M. S. (2017). PRINCIPAIS DEFEITOS EM QUEIJO MINAS ARTESANAL: UMA REVISÃO. Revista Do Instituto De Laticínios Cândido Tostes, 72(2), 108-120. https://doi.org/10.14295/2238-6416.v72i2.600