PESQUISA DE FRAUDE NO LEITE UAT INTEGRAL COMERCIALIZADO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE ANÁLISES FISICO-QUÍMICAS OFICIAIS E O METÓDO DE ULTRASSOM

Autores

  • Monalisa Santuchi Robim
  • Marco Antonio Sloboda Cortez
  • Adriana Cristina de Oliveira Silva
  • Rodolpho de Almeida Torres Filho
  • Nina Hama Gemal
  • Eduardo Bruno Nogueira

DOI:

https://doi.org/10.5935/2238-6416.20120077

Palavras-chave:

controle de qualidade, correlação, substâncias fraudulentas.

Resumo

A ocorrência de fraude no leite, como matéria-prima e pronto para consumo, representa um desfalque econômico e diminui o rendimento industrial, além de estar associado a problemas de saúde do consumidor. Os objetivos do presente trabalho foram: realizar um levantamento da qualidade do leite UAT comercializado no estado do Rio de Janeiro, por meio de análises físico-químicas e pesquisa da presença de fraudes e avaliar a eficácia dos métodos físico-químicos, comparando métodos oficiais de referência com o método de ultrassom. Para a comparação dos métodos de análise utilizaram-se os métodos oficiais e o método por ultrassom (Boecolac 70®). Não foi detectada presença de substâncias fraudulentas nas 58 amostras de leite UAT analisadas. O método de ultrassom apresentou baixa correlação com os métodos oficiais para as análises de densidade, gordura, crioscopia e extrato seco desengordurado. Os valores médios obtidos foram: 3,22% de gordura, crioscopia de -0,5516ºH, densidade de 1,029g/mL, pH de 6,69 e acidez de 0,1645% de ácido lático. Os resultados apresentados nesta pesquisa fornecem subsídios para a tomada de decisões por parte de estabelecimentos beneficiadores e órgãos regulamentadores e fiscalizadores de leite e derivados no direcionamento da escolha dos métodos de controle de qualidade a serem praticados.

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Como Citar

Robim, M. S., Cortez, M. A. S., Silva, A. C. de O., Torres Filho, R. de A., Gemal, N. H., & Nogueira, E. B. (2013). PESQUISA DE FRAUDE NO LEITE UAT INTEGRAL COMERCIALIZADO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE ANÁLISES FISICO-QUÍMICAS OFICIAIS E O METÓDO DE ULTRASSOM. Revista Do Instituto De Laticínios Cândido Tostes, 67(389), 43-50. https://doi.org/10.5935/2238-6416.20120077