VIABILIDADE PROBIÓTICA DE QUEIJOS MINAS FRESCAL COM TEOR REDUZIDO DE LACTOSE Probiotic viability of Minas Fresh cheeses with reduced lactose content

Authors

  • Daniele Back Química Industrial - Mestre em Ciência e Tecnologia dos Alimentos - Universidade Federal de Santa Maria – UFSM – Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.
  • Paula Mattana Farmacêutica - Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos - Doutoranda no Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM –Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.
  • Diego Fontana de Andrade Farmacêutico - Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas- Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.
  • Greice Dotto Simões Graduanda em Tecnologia de Alimentos- Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.
  • Neila S. P. S. Richards Engenheira de Alimentos - Professora Doutora do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos –Universidade Federal de Santa Maria - UFSM - Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.5935/2238-6416.20130005

Keywords:

lactase, probióticos, lácteos.

Abstract

O objetivo deste trabalho foi avaliar a viabilidade dos micro-organismos probióticos Lactobacillus acidophilus LA-5 e Bifidobacterium sp. BB-12 adicionados a diferentes formulações de queijo Minas Frescal com teor reduzido de lactose. Oito formulações de queijo Minas Frescal foram desenvolvidas, sendo denominadas T1 a T6 as adicionadas de 1% da cultura probiótica, com concentrações de enzima lactase de 0,3g/L 0,6g/L e 0,9g/L e tempos de reação de hidrólise de 12 e 24 horas, e as formulações controles T7 (sem lactase e 1% da cultura probiótica) e T8 (sem lactase e sem probiótico). Os queijos foram submetidos a análises microbiológicas de contagem dos micro-organismos probióticos semanalmente durante o período de armazenamento, bem como a análises físico-químicas de gordura, proteína, umidade, cinzas, gordura no extrato seco, acidez titulável e pH. As reduções dos teores de lactose dos queijos adicionados de lactase variaram de 73,14 a 93,23%. Apesar das contagens de Lactobacillus acidophilus (4,38+0,01 a 7,88 +0,07 log UFC.g-1) não terem atingido o valores mínimos de 106 UFC.g-1 em todos os dias de armazenamento dos queijos, a população de Bifidobacterium sp. (6,05+0,08 e 7,90+0,04 log UFC.g-1) manteve-se acima de 6,00 log UFC.g-1 para todas as formulações desenvolvidas, conferindo assim característica probiótica aos queijos. Os resultados obtidos demonstram a possibilidade da incorporação de bactérias probióticas em queijos com teor reduzido de lactose, sendo assim uma alternativa inovadora ao mercado de intolerantes a esse carboidrato

Author Biography

  • Daniele Back, Química Industrial - Mestre em Ciência e Tecnologia dos Alimentos - Universidade Federal de Santa Maria – UFSM – Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.

    Universidade Federal de Santa Maria – UFSM – Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos. Avenida Roraima, nº 1000 – CEP: 97105-900 - Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil

Issue

Section

Artigos/Articles

How to Cite

Back, D., Mattana, P., Andrade, D. F. de, Simões, G. D., & Richards, N. S. P. S. (2013). VIABILIDADE PROBIÓTICA DE QUEIJOS MINAS FRESCAL COM TEOR REDUZIDO DE LACTOSE Probiotic viability of Minas Fresh cheeses with reduced lactose content. Journal of Candido Tostes Dairy Institute, 68(390), 27-35. https://doi.org/10.5935/2238-6416.20130005