OCORRÊNCIA DO LEITE INSTÁVEL NÃO ÁCIDO (LINA) NA REGIÃO NORTE DO MATO GROSSO

Autores

  • Helem Priscilla Martins Souza Faculdade de Medicina Veterinária - Universidade Federal do Mato Grosso
  • Natália Baldasso Romero Faculdade de Medicina Veterinária - Universidade Federal do Mato Grosso- Campus Sinop/ Programa de Pós Graduação em Zootecnia (Mestrado), UFMT- Sinop
  • Claudineli Cássia Bueno da Rosa Profa. Associada l Ciência e Tecnologia de Alimentos UFMT/Campus Sinop/Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais

DOI:

https://doi.org/10.14295/2238-6416.v70i1.513

Palavras-chave:

Acidez, laticínio, estabilidade.

Resumo

Objetivou-se com este estudo, detectar a ocorrência do leite instável não ácido (LINA) na região norte do Mato Grosso, Brasil. Foram analisadas 486 amostras de leite durante os meses de novembro de 2012 a junho de 2013, provenientes de 180 produtores diferentes. Os resultados obtidos apresentaram uma incidência de 13,95% para o leite LINA, demonstrando que há uma baixa ocorrência, no período em que foram realizadas as coletas.

Biografia do Autor

  • Helem Priscilla Martins Souza, Faculdade de Medicina Veterinária - Universidade Federal do Mato Grosso
    Médica Veterinária graduada pela Universidade federal do Mato Grosso - Campus Sinop.
  • Natália Baldasso Romero, Faculdade de Medicina Veterinária - Universidade Federal do Mato Grosso- Campus Sinop/ Programa de Pós Graduação em Zootecnia (Mestrado), UFMT- Sinop
    Médica Veterinária, UFMT Sinop. Mestre em zootecnia, Programa de pós graduação em zootecnia, UFMT Sinop.
  • Claudineli Cássia Bueno da Rosa, Profa. Associada l Ciência e Tecnologia de Alimentos UFMT/Campus Sinop/Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais
    Engenheira Agrônoma, Doutora em Ciência e Tecnologia de Alimentos.

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Publicado

2016-03-24

Edição

Seção

Artigos/Articles

Como Citar

Martins Souza, H. P., Baldasso Romero, N., & Bueno da Rosa, C. C. (2016). OCORRÊNCIA DO LEITE INSTÁVEL NÃO ÁCIDO (LINA) NA REGIÃO NORTE DO MATO GROSSO. Revista Do Instituto De Laticínios Cândido Tostes, 71(1), 38-42. https://doi.org/10.14295/2238-6416.v70i1.513