EFEITO DA ADIÇÃO DE TRANSGLUTAMINASE E GELATINA NA VISCOSIDADE DE BEBIDAS LÁCTEAS FERMENTADAS FABRICADAS COM SORO DE QUEIJO DE COALHO

Autores

  • Gisela de Magalhães Machado Moreira
  • Renata Golin Bueno Costa
  • Junio César Jacinto de Paula
  • Denise Sobral
  • Verônica Paula Batista
  • Suellen Serafim Telles

DOI:

https://doi.org/10.14295/2238-6416.v69i5.313

Palavras-chave:

propriedade reológica, estabilizante, ligação cruzada

Resumo

A transglutaminase é uma enzima utilizada na indústria de alimentos com o objetivo de produzir moléculas com alto peso molecular pela ligação entre proteínas, agregando características ao produto final, como aumento de viscosidade. Este trabalho teve como objetivo comparar a viscosidade de bebidas lácteas fermentadas sem nenhum aditivo com a viscosidade de bebidas lácteas adicionadas de transglutaminase, estabilizante (gelatina), e ambos os ingredientes. Foram fabricadas bebidas lácteas fermentadas com 50% de soro de queijo de coalho em 4 tratamentos, essas bebidas foram estocadas por 28 dias a 7 ºC e sua viscosidade foi analisada em duplicata semanalmente durante este período. O experimento foi realizado em três repetições e os dados foram analisados pelos testes de Kruskal-Wallis e Tukey. Observou-se que a transglutaminase adicionada de glutationa teve efeito semelhante à gelatina na viscosidade das bebidas lácteas produzidas nas condições aplicadas, superando o tratamento controle (sem adição de enzima e estabilizante), o que torna essa uma alternativa tecnológica interessante para esse tipo de produto, do ponto de vista de incremento na viscosidade. Não houve efeito significativo de tempo sobre a viscosidade das amostras.

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Publicado

2014-08-27

Edição

Seção

Artigos/Articles

Como Citar

de Magalhães Machado Moreira, G., Golin Bueno Costa, R., César Jacinto de Paula, J., Sobral, D., Paula Batista, V., & Serafim Telles, S. (2014). EFEITO DA ADIÇÃO DE TRANSGLUTAMINASE E GELATINA NA VISCOSIDADE DE BEBIDAS LÁCTEAS FERMENTADAS FABRICADAS COM SORO DE QUEIJO DE COALHO. Revista Do Instituto De Laticínios Cândido Tostes, 69(5), 334-340. https://doi.org/10.14295/2238-6416.v69i5.313